Reflexões de D. Duarte Pio

No final do mês de abril, o senhor D. Duarte Pio deu uma entrevista ao podcast do Expresso “A beleza das pequenas coisas” que importa ouvir e refletir sobre o seu conteúdo.

A frase utilizada como teaser foi “Desde 1910 que a moral republicana só funciona em ditadura”.

De facto, esta frase mostra o quanto a sociedade portuguesa tem andado alheada da necessidade de discutirmos seriamente o regime republicano em que vivemos e que tem condicionado, para o bem e para o mal, a evolução do nosso País.

Na verdade, Portugal precisa de fazer um debate alargado e sério sobre a manutenção da república ou o retorno à monarquia nos moldes existentes nas monarquias constitucionais europeias.

Não esqueçamos que numa matéria claramente referendável, o povo português nunca foi chamado a pronunciar-se sobre este tema e que quando a república foi implantada a representação dos republicanos no Parlamento português não ultrapassava os 10 %.

Para esta reflexão gostaria de destacar algumas das ideias que D. Duarte Pio expressou na entrevista acima citada e que exorto todos os leitores a ouvirem atentamente.

Assim, a primeira ideia vai para a necessidade imperiosa de termos uma sociedade com uma construção moral que permita baixar os níveis de corrupção. Ao referir-se a esta matéria, o senhor D. Duarte pretendia dizer que numa sociedade sem construção moral a preocupação dos meliantes é não serem apanhados. Ora, só uma sociedade que tenha a construção moral adequada é constítuida por cidadãos que não cometem infrações simplesmente porque é errado e não apenas porque têm medo de ser apanhados pela justiça.

Esta é, com toda a certeza, a base da sociedade, permitindo depois construir em cima desta construção moral todo um conjunto de pilares que tipificam uma sociedade desenvolvida com respeito de uns pelos outros, uma sociedade onde o egoísmo, o individualismo e os interesses pessoais não se sobrepõem ao interesse coletivo e ao bem comum.

Nesta entrevista também foi abordado o desempenho dos presidentes da república, retorquindo o senhor D. Duarte com uma pergunta pertinente:

Que democracia é aquela que não permite que a vontade do povo seja soberana?

De facto, o regime republicano não aceita que, apesar do excelente desempenho de alguns presidentes da república, estes se mantenham nessa posição enquanto o povo quiser. Todos concordamos que a república “obriga” o povo a escolher um novo chefe de Estado periodicamente.

É de realçar que, sem quaisquer complexos, D. Duarte elogiou o General Ramalho Eanes e o Professor Marcelo Rebelo de Sousa enquanto bons exemplos de chefes de Estado, sendo este último caraterizado por ser mais próximo do povo e o primeiro pelo seu elevado nível de cidadania. Aliás, citou o General Ramalho Eanes quando este afirmou que os presidentes da república devem comportar-se como reis porque é isso que o povo quer.

Apesar de reconhecer algumas qualidades de personalidades ligadas à república, também não deixou de dar nota da herança que a implantação da república em 1910 nos deixou, designadamente as perseguições políticas na primeira república, a ditadura castradora do desenvolvimento de Portugal na segunda república e a terceira república , que embora democrática, levou o país à falência três vezes em cerca de 40 anos.

A situação europeia e a presença de Portugal na União Europeia também mereceu da parte de D. Duarte Pio algumas reflexões, das quais destaco que esta união de países deveria constituir mais um projeto de solidariedade entre nações do que na verdade é, bem como a desigualdade económica que foi agravada com a introdução do euro. Relativamente a este último aspeto sugeriu a criação de uma segunda moeda que poderia amenizar as desiguldades existentes entre os países mais ricos e os mais pobres.

Finalmente, referiu-se aos países de língua oficial portuguesa com os quais temos uma ligação histórica, cultural e afetiva profunda e que a república não tem sabido manter e potenciar no contexto moderno das sociedades desenvolvidas.

Não deixou de dar nota que é imprescindível manter uma ligação espiritual com todos estes países, recordando que, com a exceção do Brasil, todos os restantes membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa reconhecem-no como rei de Portugal.

Partilhou nesta entrevista que na década de 70 propôs a criação de uma confederação de estados lusófonos à semelhança da Commonwealth, o que lhe valeu a expulsão de Angola por parte de Marcelo Caetano.

Em resumo, as ideias apresentadas de uma sociedade com uma construção moral adequada, com respeito pela vontade soberana do povo, os maus resultados do regime republicano para o desenvolvimento de Portugal, o respeito por valores como é a solidariedade entre nações e a valorização de uma história construída ao longo de séculos revelam a preparação do chefe da família de Bragança para assumir a sua missão de chefe de Estado português.

Não deixou de recordar que é obrigação dos “Braganças” servir Portugal.

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Razões reais – parte XVII

Um imperativo nacional

A última das razões reais do livro do Dr. Mário Saraiva é escrita num contexto histórico que não é o atual. De facto, o livro tem a sua primeira edição em 1970 com Portugal em plena guerra do Ultramar.

Fazendo uma transposição para os tempos atuais e, de algum modo, uma súmula de tudo o que foi escrito, o regime republicano fomenta a criação de divisões na sociedade pelo caráter político que têm as eleições para a chefia do Estado.

Concetualmente o modelo republicano não garante a união nacional e a continuidade histórica do nosso país.

Em sentido contrário, o modelo monárquico promove uma sociedade unida e integradora, na qual todos são representados pela monarquia personificada no Rei. O modelo monárquico também promove a continuidade histórica da Nação, reforçando o orgulho que todos nós sentimos na nossa história, mas motivando-nos simultaneamente a construir um futuro, do qual as gerações vindouras se possam orgulhar.

É por isso que “Não se trata já de preferências políticas e de simpatias ideológicas. Acima delas é o interesse nacional que manda. É o patriotismo dos Portugueses que está em causa e que há-de responder.”

Um ano na história de Portugal – lista de acontecimentos do mês de julho

Acontecimentos relevantes no mês de julho

A lista abaixo compila acontecimentos relevantes da história de Portugal que ocorreram no mês de julho, sendo que cada um deles é objeto de um post específico neste blogue.

Podem não ser os acontecimentos mais relevantes de cada um dos dias, mas são certamente importantes na história de Portugal e contribuíram de alguma forma para o país que somos hoje.

1 de julho de 1867 – Abolição da pena de morte em Portugal

2 de julho de 1890 – Assinatura do Acto Geral da Conferência Internacional de Bruxelas

3 de julho de 1821 – Regresso da corte portuguesa do Brasil

4 de julho de 1937 – Atentado contra António de Oliveira Salazar

5 de julho de 1833 – Batalha naval do Cabo de São Vicente

6 de julho de 1484 – Descoberta da foz do rio Congo por Diogo Cão

7 de julho de 1877 – Partida de Lisboa da expedição de Serpa Pinto e Hermenegildo Capelo

8 de julho de 1497 – Partida de Lisboa da armada de Vasco da Gama

9 de julho de 1708 – Casamento de D. João V com a arquiduquesa Maria Ana de Áustria

10 de julho de 1499 – Chegada de Nicolau Coelho a Lisboa para informar da descoberta do caminho marítimo para a Índia

11 de julho de 1828 – Início do reinado de D. Miguel I

12 de julho de 1824 – Início das conversações entre Portugal e o Brasil para a independência deste último

13 de julho de 1979 – Dissolução da Assembleia da República pelo General Ramalho Eanes

14 de julho de 1976 – Investidura do General Ramalho Eanes como 16.º presidente da república

15 de julho de 1799 – Início da regência do príncipe D. João em substituição da rainha D. Maria I

16 de julho de 1808 – Bloqueio da fortaleza de Almeida na proteção à primeira invasão francesa

17 de julho de 1381 – Batalha naval de Saltes

18 de julho de 1956 – Publicação dos estatutos da Fundação Calouste Gulbenkian

19 de julho de 1717 – Batalha de Matapão

20 de julho de 1778 – Assinatura de uma Concordata entre Portugal e a Santa Sé

21 de julho de 1327 – Batalha Naval do Cabo de São Vicente

22 de julho de 1916 – Constituição do Corpo Expedicionário Português

23 de julho de 1833 – Batalha da Cova da Piedade

24 de julho de 1245 – Publicação da bula Grandi non immerito que indigita D. Afonso para governador e administrador do reino de Portugal

25 de julho de 1139 – Batalha de Ourique

26 de julho de 1582 – Batalha naval de Vila Franca

27 de julho de 1974 – Promulgação da Lei n.º 7/74 que reconhece o direito de autodeterminação aos povos ultramarinos

28 de julho de 1131 – Fundação do Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra

29 de julho de 1180 – Primeira batalha naval da história de Portugal

30 de julho de 1848 – Inauguração da iluminação pública a gás em Lisboa

31 de julho de 1920 – D. Miguel II abdica dos seus direitos à Coroa a favor do seu filho, D. Duarte Nuno de Bragança

Um ano na história de Portugal – lista de personalidades nascidas em julho

Personalidades portuguesas nascidas em julho

A lista de personalidades portuguesas nascidas em julho encontra-se discriminada abaixo, não pretendendo ser a lista das personalidades portuguesas mais relevantes.

Contudo, é certamente uma lista com muitos portugueses que ao longo dos últimos quase 900 anos se distinguiram nos mais diversos domínios da sociedade.

1 de julho de 1920 – Amália Rodrigues

2 de julho de 1861 – D. Duarte Borges Coutinho de Medeiros Sousa Dias da Câmara

3 de julho de 1850 – Alfredo Cristiano Keil

4 de julho de 1811 – D. Antónia Adelaide Ferreira

5 de julho de 1717 – D. Pedro III

6 de julho de 1825 – D. António Maria José de Mello César e Menezes

7 de julho de 1736 – Pedro van Zeller

8 de julho de 1925 – Joaquim Veríssimo Serrão

9 de julho de 1860 – António Leão Tavares Festas

10 de julho de 1925 – Vasco Granja

11 de julho de 1822 – António Maria da Luz de Carvalho Daun e Lorena

12 de julho de 1780 – José Xavier Mouzinho da Silveira

13 de julho de 1882 – Jaime Alberto de Castro de Morais

14 de julho de 1866 – Miguel Ventura Terra

15 de julho de 1939 – Aníbal António Cavaco Silva

16 de julho de 1948 – Manuel José Macário do Nascimento Clemente

17 de julho de 1866 – António José de Almeida

18 de julho de 1633 – D. João de Mascarenhas

19 de julho de 1885 – Aristides de Sousa Mendes do Amaral e Abranches

20 de julho de 1894 – José Silvestre Ferreira Bossa

21 de julho de 1941 – Diogo Pinto de Freitas do Amaral

22 de julho de 1632 – Luís de Meneses

23 de julho de 1944 – Maria João Alexandre Barbosa Pires

24 de julho de 1787 – Rodrigo da Fonseca Magalhães

25 de julho de 1109 – D. Afonso Henriques

26 de julho de 1820 – Maria Severa Onofriana

27 de julho de 1837 – Francisco Manuel de Melo Breyner

28 de julho de 1853 – António Joaquim Ferreira da Silva

29 de julho de 1859 – Padre Cruz

30 de julho de 1878 – António Corrêa d’Oliveira

31 de julho de 1865 – Afonso de Bragança

22 de julho de 1916

22 de julho de 1916

Neste dia foi constituído o Corpo Expedicionário Português em Tancos com cerca de 30000 homens.

Foi o General Norton de Matos, ministro da Guerra entre 1915 e 1917, o responsável por este processo em colaboração com o General Tamagnini.

A instrução destes homens foi feita em Tancos.

Apesar de terem iniciado a sua participação na I Grande Guerra com elevados níveis de desempenho, acabaram por sofrer uma derrota contra os alemães na tragicamente famosa Batalha de La Lys.

Personalidade nascida neste dia

No dia 22 de julho de 1632 nasceu Luís de Meneses, 3.º conde da Ericeira.

Foi um militar, político, vedor da Fazenda e historiador.

Era um dos homens mais cultos da sua época e possuía uma biblioteca excelente no seu palácio. Falava francês, espanhol e italiano e foi o autor da obra História de Portugal Restaurado.

Suicidou-se no dia 26 de maio de 1690 atirando-se de uma janela do seu palácio, atitude causada por uma depressão.

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8 de julho de 1497

8 de julho de 1497

Neste dia partiu de Lisboa a armada comandada por Vasco da Gama para tentar chegar à Índia dobrando o Cabo da Boa Esperança ou Cabo das Tormentas.

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Esta viagem acabou por ser bem sucedida com a descoberta desta rota de comércio entre a Índia e a Europa e que foi muito lucrativa para Portugal.

Refira-se que inicialmente o comando desta expedição tinha sido atribuído pelo rei D. João II a Estevão da Gama, pai de Vasco da Gama. Contudo, com a morte do rei e de Estevão da Gama o rei D. Manuel I designou Vasco da Gama para a liderança desta importante tarefa.

Personalidade nascida neste dia

No dia 8 de julho de 1925 nasceu em Tremês aquele que é um dos maiores historiadores portugueses, Joaquim Veríssimo Serrão.

A sua grande obra é a História de Portugal em XVIII volumes.

É professor jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, comendador da Ordem da Instrução Pública a 9 de julho de 1971 e foi reitor da Universidade de Lisboa entre 1973 e 1974. Foi também presidente da Academia de História entre 1975 e 2006.

Recebeu o Prémio das Astúrias em 1995 e em 9 de junho de 2006 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada.

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Um ano na história de Portugal – parte II

No dia 5 de outubro de 2015 propus-me publicar um artigo diário relativo a uma efeméride da história de Portugal que tivesse ocorrido naquele dia, bem como referenciar um português relevante que tivesse esse dia como data de nascimento.

Era um projeto para um ano, que foi interrompido no dia 30 de junho de 2016 por diversas razões.

Contudo, gostaria de deixar esta tarefa concluída, identificando 365 eventos marcantes da história de Portugal e 365 portugueses que se tenham distinguido pelas mais diversas ações em diferentes setores da sociedade.

Deste modo, no próximo dia 1 de julho reiniciarei a publicação diária até ao dia 4 de outubro de 2017 para fechar este ciclo.

Será este o meu contributo para os pouquíssimos leitores destes muito humildes textos, para que nunca confundamos passado com saudosismo.

O passado é uma excelente fonte de aprendizagem que negligenciamos frequentemente.

Ler o passado para no presente prepararmos o futuro.

Um ano na história de Portugal – lista de personalidades nascidas em junho

Personalidades portuguesas nascidas em junho

A lista de personalidades portuguesas nascidas em junho encontra-se discriminada abaixo, não pretendendo ser a lista das personalidades portuguesas mais relevantes.

Contudo, é certamente uma lista com muitos portugueses que ao longo dos últimos quase 900 anos se distinguiram nos mais diversos domínios da sociedade.

1 de junho de 1930 – Maria de Lourdes Modesto

2 de junho de 1865 – Amália Luazes

3 de junho de 1912 – Luís Egas da Câmara Pinto Coelho

4 de junho de 1944 – João Lobo Antunes

5 de junho de 1917 – José Baptista Pinheiro de Azevedo

6 de junho de 1502 – Rei D. João III

7 de junho de 1837 – António Alexandrino de Mello

8 de junho de 1521 – D. Maria, infanta de Portugal

9 de junho de 1900 – José Gomes Ferreira

10 de junho de 1906 – Mário Corino da Costa Andrade

11 de junho de 1704 – José António Carlos de Seixas

12 de junho de 1780 – José Xavier Mouzinho da Silveira

13 de junho de 1888 – Fernando Pessoa

14 de junho de 1769 – D. Marcos de Noronha e Brito

15 de junho de 1843 – Libânia do Carmo Galvão Mexia de Moura Telles e Albuquerque

16 de junho de 1792 – Luís da Silva Mouzinho de Albuquerque

17 de junho de 1658 – Diogo de Mendonça Corte-Real

18 de junho de 1828 – Gregório José Ribeiro

19 de junho de 1731 – Joaquim Machado de Castro

20 de junho de 1803 – Agostinho Luís Alves

21 de junho de 1854 – Guilherme Charters Henriques de Azevedo

22 de junho de 1839 – João Paes de Vasconcellos

23 de junho de 1928 – Armando Cortez e Almeida

24 de junho de 1360 – Nuno Álvares Pereira

25 de junho de 1933 – Álvaro Joaquim de Melo Siza Vieira

26 de junho de 1938 – Francisco António de Vasconcelos Nicholson

27 de junho de 1885 – Guilhermina Augusta Xavier de Medin Suggia

28 de junho de 1910 – Manuel Alfredo de Macedo Tito de Morais

29 de junho de 1941 – Rodrigo Ferreira Inácio

30 de junho de 1871 – Alfredo da Silva

Um ano na história de Portugal – lista de acontecimentos do mês de junho

Acontecimentos relevantes no mês de junho

A lista abaixo compila acontecimentos relevantes da história de Portugal que ocorreram no mês de julho, sendo que cada um deles é objeto de um post específico neste blogue.

Podem não ser os acontecimentos mais relevantes de cada um dos dias, mas são certamente importantes na história de Portugal e contribuíram de alguma forma para o país que somos hoje.

1 de junho de 1879 – Início de funções do primeiro governo progressista

2 de junho de 1854 – Fundação do jornal O Comércio do Porto

3 de junho de 2003 – Atribuição do Prémio Rainha Sofia de Poesia Iberoamericana a Sophia de Mello Breyner Andresen

4 de junho de 1991 – Ratificação de Portugal do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990

5 de junho de 1973 – Chegada a Lisboa do rei consorte de Inglaterra para as comemorações do 600.º aniversário da Aliança Luso-Inglesa

6 de junho de 1999 – Inauguração do Museu de Arte Contemporânea da Fundação de Serralves

7 de junho de 1494 – Assinatura do Tratado de Tordesilhas

8 de junho de 1663 – Batalha do Ameixial

9 de junho de 1448 – D. Afonso V assumiu o trono que detinha desde os seis anos de idade

10 de junho de 1580 – Morte de Luís Vaz de Camões

11 de junho de 1891 – Assinatura de um tratado luso-britânico para delimitar a influência destes países em África

12 de junho de 1875 – Primeira aparição da personagem Zé Povinho

13 de junho de 1373 – Assinatura do tratado luso-inglês

14 de junho de 1123 – Concessão do foral do Porto aos seus habitantes por D. Hugo

15 de junho de 1922 – Chegada ao Rio de Janeiro dos aviadores Gago Coutinho e Sacadura Cabral

16 de junho de 1373 – Confirmação do tratado de Tagilde pelos reis D. Fernando de Portugal e Eduardo III de Inglaterra

17 de junho de 1665 – Batalha de Montes Claros

18 de junho de 1506 – Atribuição da Rosa de Ouro ao rei D. Manuel I

19 de junho de 1789 – Reformulação das Ordens Militares portuguesas pela rainha D. Maria I

20 de junho de 1540 – Realização do primeiro voo experimental em Portugal

21 de junho de 1662 – Depoimento do Padre António Vieira perante a Inquisição

22 de junho de 1987 – Tradução para inglês das Viagens na Minha Terra de Almeida Garrett

23 de junho de 1940 – Inauguração da Exposição do Mundo Português

24 de junho de 1128 – Batalha de São Mamede

25 de junho de 1825 – Criação das Escolas Régias de Cirurgia de Lisboa e do Porto

26 de junho de 1282 – Casamento em Trancoso do rei D. Dinis com Isabel de Aragão

27 de junho de 1980 – Aprovação dos Estatutos Autonómicos dos Açores e da Madeira

28 de junho de 1927 – Realização da primeira angiografia cerebral por Egas Moniz

29 de junho de 2004 – Durão Barroso torna-se Presidente da Comissão Europeia

30 de junho de 1487 – Impressão do primeiro livro em Portugal

 

Um ano na história de Portugal – lista de personalidades nascidas em maio

Personalidades portuguesas nascidas em maio

A lista de personalidades portuguesas nascidas em maio encontra-se discriminada abaixo, não pretendendo ser a lista das personalidades portuguesas mais relevantes.

Contudo, é certamente uma lista com muitos portugueses que ao longo dos últimos quase 900 anos se distinguiram nos mais diversos domínios da sociedade.

1 de maio de 1626 – D. António Álvares da Cunha

2 de maio de 1458 – Leonor de Avis

3 de maio de 1455 – D. João II

4 de maio de 1966 – Teresa Cardoso de Meneses

5 de maio de 1210 – D. Afonso III

6 de maio de 1738 – Pascoal José de Melo Freire dos Reis

7 de maio de 1928 – D. Vicente Maria do Carmo de Noronha da Câmara

8 de maio de 1705 – António José da Silva Coutinho

9 de maio de 1803 – Costa Cabral

10 de maio de 1913 – João Villaret

11 de maio de 1913 – Edgar Cardoso

12 de maio de 1910 – Mário Saraiva

13 de maio de 1699 – Sebastião José de Carvalho e Melo

14 de maio de 1924 – Joly Braga Santos

15 de maio de 1945 – D. Duarte Pio de Bragança

16 de maio de 1945 – Olga de Albuquerque Quintanilha

17 de maio de 1789 – António Vieira de Magalhães

18 de maio de 1475 – Príncipe D. Afonso de Portugal

19 de maio de 1890 – Mário de Sá-Carneiro

20 de maio de 1713 – Francisco de Saldanha da Gama

21 de maio de 1940 – António Victorino de Almeida

22 de maio de 1941 – Artur Santos Silva

23 de maio de 1923 – Eduardo Lourenço

24 de maio de 1898 – Ferreira de Castro

25 de maio de 1922 – Gonçalo Ribeiro Telles

26 de maio de 1920 – Ruben A.

27 de maio de 1918 – Álvaro Martins

28 de maio de 1851 – Luis Maria Augusto Pinto de Soveral

29 de maio de 1885 – Jorge de Almeida Monjardino

30 de maio de 1674 – D. António Caetano de Sousa

31 de maio de 1469 – D. Manuel I